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Dr Renan Rigonato

Dr. Renan Rigonato é ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia do quadril, com formação pelo Hospital das Clínicas da USP (HC-FMUSP), e atende na Vila Olímpia, em São Paulo.

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Ortopedia e Traumatologia - Quadril | Lesões esportivas Atendimento presencial e online
Dr Renan Rigonato, ortopedista especializado em quadril

Principais Especialidades

Quadril

Diagnóstico e tratamento de artrose, impacto femoroacetabular, bursites, tendinopatias e lesões labrais.

Lesões Esportivas

Avaliação e reabilitação de lesões ligamentares, musculares e ósseas — com foco no retorno gradual e seguro às atividades.

Quedas e Fraturas

Atendimento a traumas,fraturas, quedas e acidentes, com avaliação especializada.

Dr. Renan Rigonato, ortopedista e cirurgião de quadril, em seu consultório na Vila Olímpia, São Paulo

Dr Renan José Rigonato

 

 Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC- FMUSP)

  Fellowship em Cirurgia de Quadril – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC- FMUSP)

  Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)

  Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e Associação Médica Brasileira (AMB)

  Membro aspirante da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Quadril (SBQ)

  Preceptor dos Residentes de Ortopedia e Traumatologia do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP)

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Especialista em Ortopedia e Cirurgia do Quadril

Formação dedicada à cirurgia do quadril, com domínio das técnicas modernas de artroplastia, preservação articular e tratamento de lesões.

Acompanhamento próximo e acessível

Comunicação direta com o médico em todas as fases pré-operatório, internação e recuperação — com canais abertos para suas dúvidas.

Diagnóstico preciso e individualizado

Avaliação clínica detalhada associada a exames de imagem direcionados, garantindo o tratamento certo para o seu caso — cirúrgico ou conservador.

Segurança em cada etapa

Cirurgias realizadas em hospitais de referência, com equipe multidisciplinar especializada e protocolos rigorosos.

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Especialista em cirurgias de alta complexidade e tratamentos minimamente invasivos, priorizando sempre a segurança, a recuperação ágil e a qualidade de vida do paciente.

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Depoimentos
dos nossos pacientes

5.0
Baseado em 68 avaliações
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Katia B.
22:45 06 Jun 26
Fiquei extremamente satisfeita com o atendimento. Além do conhecimento técnico impecável, demonstra empatia, atenção e verdadeiro interesse pelo paciente. Explica cada detalhe do tratamento de forma clara e transmite muita confiança. Um médico diferenciado, com formação de excelência pela USP e atendimento humanizado. Recomendo de olhos fechados!
Elizabeth Bruno R.
14:17 25 May 26
Excelente atendimento! Dr. Renan Rigonato além de muito competente, e atencioso , é um profissional como poucos. Em janeiro fiz um procedimento de uma prótese do quadril , e o acompanhamento e atenção continua até hoje. Recomendo muito e afirmo: um profissional como poucos!
Eunice L.
13:50 25 May 26
Médico e equipe com excelência na competência, atenção e resoluções de problemas e diagnóstico precisos!!!

A cirurgia foi conduzida com excelente desempenho técnico, e o acompanhamento no pré e pós-operatório foi cuidadoso, humano e muito esclarecedor, gerando segurança para o paciente com resultados extremamente positivos e satisfatórios, com alívio imediato das dores!

Sou grata pela dedicação, competência, profissionalismo e pelo cuidado impecável!!!

Super Recomendo!!!!
Carolina J.
21:31 08 May 26
O Dr. Renan Rigonato é um profissional nota 1000! Além de ter realizado a cirurgia da minha mae com perfeição (substituição do fêmur por uma prótese), ele foi extremamente atencioso e muito profissional anto no pré e quanto no pós operatório! Seremos eternamente gratos ao seu profissionalismo, tecnica impecável e humanidade que demonstra com os seus pacientes e familiares. Obrigada!
Cristiane araujo S.
19:02 03 Feb 26
Passei por uma cirurgia de prótese de quadril com o Dr. Renan, e só tenho elogios. Desde a primeira consulta, fui muito bem orientada, recebi todas as explicações necessárias e me senti segura em cada etapa do processo. A cirurgia foi um sucesso, o procedimento foi excelente e o atendimento humano fez toda a diferença. Tive um acompanhamento muito cuidadoso no pré e no pós-operatório, sempre com atenção, profissionalismo e respeito. Me senti muito bem tratada e acolhida. Sou muito grata por todo o cuidado, e super recomendo.
Denis B.
19:00 03 Feb 26
Gostaria de registrar meu profundo agradecimento e elogio ao Dr. Renan pelo excelente trabalho realizado na minha cirurgia. Desde o primeiro contato demonstrou profissionalismo, segurança e atenção, transmitindo confiança em todos os momentos.

A cirurgia foi conduzida com ótimo desempenho técnico, e o acompanhamento no pré e pós-operatório foi cuidadoso, humano e muito esclarecedor. Sou grato pela dedicação, competência e pelo cuidado genuíno com meu bem-estar.

Sem dúvida, um profissional de excelência, que faz a diferença na vida dos pacientes.
Antonio Tadeu F.
00:03 16 Jan 26
Homenagem ao Dr. Renan José Rigoneto, por Célia Cassanha

Encontrei um verdadeiro Anjo em forma de Médico: o Dr. Renan José Rigoneto.
Um ser humano nobre, que trata seus pacientes de igual para igual, porque sua alma generosa permite sentir nossas dores, angústias e necessidades como se fossem dele. Ele caminha ao nosso lado, orientando com sabedoria sobre quais portas bater e como seguir.
Eu estava há 1 ano e 10 meses sem andar, até que no dia 14/10, mesmo sem horário marcado, fui atendida pelo Dr. Renan. A partir desse encontro, ele me ensinou a “guerrear”. No 02/11, chegamos juntos ao centro cirúrgico, onde sua capacidade e habilidade profissional transformaram minha vida: saí reabilitada e caminhando novamente.
Dr. Renan não é apenas um médico — é um exemplo de dedicação e amor ao próximo.
Minha gratidão será eterna.

Célia Cassanha
Aldair Alves da S.
18:45 12 Nov 25
Gratidão eterna ao Dr. Renan, que topou operar meu tendão de Aquiles, depois de eu ter tido uma segunda ruptura. Eu estava em outro Estado, mas mesmo assim, ele conseguiu minha internação para o mesmo dia que cheguei em SP, operamos no dia seguinte e no outro já tive alta. Me deu total atenção, principalmente nas semanas seguintes da cirurgia, inclusive aos finais de semana e até a noite, já que é uma etapa de incertezas e medos, mas até hoje, 5 meses depois, quando preciso, ele sempre sana minhas dúvidas. É notório o amor pela profissão e o cuidado com o paciente.
Cesar B.
21:21 30 Oct 25
Sou ex-atleta profissional e passei por sete cirurgias sendo a última prótese total do quadril direito, só tenho a agradecer o Dr. Renan, excelente médico, atencioso e super envolvido com a causa na sua totalidade, tudo que me descreveu se cumpriu e hoje me encontro com o que já havia perdido a algum tempo, QUALIDADE DE VIDA !!! RECOMENDO A CIRURGIA E MUITO MAIS INDICO ESTE PROFISSIONAL.
Érica D.
19:35 28 Oct 25
Encontrar o Dr. Renan foi fundamental para meu tratamento da osteonecrose. Ele explicou meu quadro complexo com clareza e tranquilidade, tornando-me parte das decisões. O tratamento foi muito assertivo e o resultado superou minhas expectativas, com grande melhora na dor e mobilidade. Agradeço por sua competência técnica e cuidado humano. Recomendo sem dúvidas!
Dúvidas Frequentes

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Distinguir a dor de origem no quadril da dor de origem na coluna lombar é um dos pontos mais importantes — e mais negligenciados — da avaliação, porque as duas se confundem e podem, inclusive, coexistir (a chamada síndrome quadril-coluna). De modo geral, a dor de origem articular do quadril concentra-se na virilha e na face anterior da coxa, é profunda e piora com movimentos de rotação e ao agachar, calçar sapatos ou entrar e sair do carro. Já a dor de origem lombar costuma localizar-se na região das costas e na nádega, podendo irradiar pela parte de trás da perna abaixo do joelho, com formigamento ou dormência, num padrão ciático que sugere comprometimento de raiz nervosa.

É importante lembrar, porém, que nem toda dor "no quadril" vem da articulação ou da coluna: as causas extra-articulares são frequentes e entram nesse mesmo diagnóstico diferencial. A dor na lateral do quadril aponta com frequência para a tendinopatia dos glúteos (síndrome dolorosa do trocânter maior); a dor profunda na nádega pode decorrer da síndrome glútea profunda, incluindo a síndrome do piriforme; e a dor anterior pode relacionar-se ao iliopsoas e aos flexores do quadril. Cada uma dessas estruturas produz um padrão clínico próprio.

Na minha conduta, a anamnese detalhada e o exame físico direcionado — com testes de mobilidade e manobras provocativas específicas do quadril, da coluna e das estruturas peritrocantéricas — são o que permite localizar a verdadeira fonte da dor, ou reconhecer quando mais de uma estrutura contribui. Quando necessário, complemento com exames de imagem para confirmar a origem. Esse diagnóstico preciso é o que evita tratar a estrutura errada e direciona a conduta adequada.
A dor na lateral do quadril, sobretudo aquela que piora ao deitar sobre o lado afetado e ao subir escadas, na maioria das vezes não é uma "bursite" no sentido clássico. Hoje entendemos esse quadro como Síndrome Dolorosa do Trocânter Maior (GTPS), cuja causa principal costuma ser uma tendinopatia dos glúteos médio e mínimo — uma sobrecarga dos tendões que se inserem no trocânter —, com a bursa atuando muitas vezes como um achado secundário, e não como o problema central. Na avaliação, valorizo a palpação do trocânter maior, os testes de abdução resistida e, quando necessário, a ultrassonografia ou a ressonância para confirmar o grau de acometimento tendíneo. O tratamento é majoritariamente conservador e se baseia em manejo de carga e fisioterapia com fortalecimento progressivo dos abdutores, correção de padrões de movimento e ajuste de atividades — abordagem com melhor evidência do que o repouso isolado ou infiltrações repetidas de corticoide, que reservo para casos selecionados. A cirurgia é exceção, indicada apenas em rupturas tendíneas refratárias ao tratamento adequado.
A fratura por estresse do fêmur é uma lesão por sobrecarga repetitiva, na qual o osso não consegue se reparar no mesmo ritmo em que é solicitado, comum em corredores, militares e atletas que aumentam volume ou intensidade de forma abrupta. O sinal de alerta característico é uma dor na virilha ou na coxa que surge durante a atividade e, à medida que a lesão progride, passa a ocorrer também em repouso, frequentemente acompanhada de claudicação (mancar). Dou atenção especial a fatores como baixa disponibilidade energética, distúrbios menstruais e redução da densidade óssea — a chamada tríade da mulher atleta / RED-S —, que aumentam o risco. É fundamental destacar que a radiografia inicial costuma ser normal: diante da suspeita, normalmente há indicação de ressonância magnética precocemente. A fratura por estresse do colo do fêmur exige conduta cuidadosa, pois as lesões do lado de tensão podem evoluir com desvio e tornar-se uma urgência cirúrgica; por isso, a procura precoce por avaliação especializada é determinante.
A síndrome do piriforme é uma causa de dor profunda na região glútea, que pode irradiar para a face posterior da coxa por compressão ou irritação do nervo isquiático na região do músculo piriforme. A principal dúvida dos pacientes é diferenciá-la da "ciática" de origem na coluna — e essa distinção é justamente o ponto-chave da avaliação. Na minha conduta, ela é um diagnóstico de exclusão: antes de firmá-lo, descarto causas lombares, como hérnia de disco e radiculopatia, e causas intra-articulares do próprio quadril. Utilizo manobras provocativas específicas e, quando necessário, exames de imagem para afastar outros diagnósticos. O tratamento é predominantemente conservador, com fisioterapia voltada a alongamento, controle de carga e correção de fatores biomecânicos; infiltrações guiadas e abordagens mais invasivas ficam reservadas a casos persistentes e selecionados, geralmente dentro do espectro mais amplo da síndrome glútea profunda.
A lesão da musculatura posterior da coxa (isquiotibiais) é uma das mais frequentes em esportes de corrida e aceleração, e a grande maioria dos casos é tratada sem cirurgia. Costumo classificá-las por gravidade: as lesões de baixo grau (estiramentos) respondem bem à reabilitação progressiva, com controle de dor, recuperação de força e retorno gradual ao esporte, respeitando os prazos biológicos de cicatrização para reduzir o risco de recidiva — que é alto quando o retorno é precoce. A indicação cirúrgica é reservada a situações específicas: as avulsões proximais completas, sobretudo com retração tendínea significativa e acometimento de dois ou três tendões na origem isquiática, nas quais a reinserção precoce tende a oferecer melhor resultado funcional. Em adolescentes, atenção especial às avulsões apofisárias da tuberosidade isquiática. Por isso, diferenciar um estiramento simples de uma avulsão é o passo que define toda a conduta — e justifica a avaliação por imagem nos casos de dor intensa, equimose extensa ou perda de força.
Sim, a artrose de quadril pode e deve ser tratada de forma conservadora nas fases inicial e moderada, e essa é sempre a primeira abordagem que proponho. O tratamento sem cirurgia se apoia em pilares bem estabelecidos pelas diretrizes internacionais: exercício físico orientado e fisioterapia para fortalecimento e ganho de mobilidade, controle do peso corporal — que reduz diretamente a sobrecarga articular — e o uso RACIONAL de analgésicos e anti-inflamatórios sob supervisão. Em casos selecionados, avalio infiltrações intra-articulares podendo ser associadas as bloqueio dos nervos ao redor da cabeça do fêmur. O objetivo é controlar os sintomas e preservar a função pelo maior tempo possível. A cirurgia entra em cena quando esse arsenal se esgota e a doença passa a limitar de forma relevante o dia a dia.
A cirurgia de quadril é indicada quando a dor e a limitação funcional comprometem a qualidade de vida e não respondem mais ao tratamento conservador. Na minha avaliação, considero três pilares antes de indicar uma artroplastia: a intensidade e a persistência da dor (inclusive a dor noturna e em repouso), o grau de limitação nas atividades diárias — caminhar, calçar sapatos, subir escadas — e os achados de imagem compatíveis, como artrose avançada, osteonecrose da cabeça femoral ou sequelas de displasia. É importante destacar que a indicação não se baseia apenas na radiografia: um exame alterado sem repercussão clínica significativa raramente justifica a cirurgia. A decisão é sempre compartilhada com o paciente, após esgotadas as medidas não cirúrgicas e ponderados os riscos e benefícios no contexto individual.
As próteses de quadril modernas são classificadas por dois critérios principais: a forma de fixação ao osso (cimentada ou não cimentada) e o par tribológico, isto é, a combinação das superfícies que deslizam entre si. Esse par é formado pela cabeça femoral (de cerâmica ou metal) e pelo liner do componente acetabular (de polietileno ou cerâmica), sendo as combinações cerâmica-polietileno e cerâmica-cerâmica as mais utilizadas atualmente.

Quanto à durabilidade, a literatura atual demonstra pouca diferença de sobrevida entre as técnicas de fixação cimentada e não cimentada, ambas com excelentes resultados de longo prazo. No campo dos materiais, o polietileno altamente reticulado (highly cross-linked, com ou sem vitamina E) alcança taxas de sobrevida e de desgaste equivalentes às dos pares cerâmica-cerâmica, o que ampliou o leque de opções seguras e duradouras.

Os dados mais recentes confirmam essa evolução. Uma revisão sistemática com metanálise de registros internacionais de artroplastia, publicada na revista The Lancet (Pentland V, et al., 2026), estimou sobrevida das próteses modernas em torno de 92% em 25 anos. Portanto, a antiga noção de que uma prótese de quadril dura cerca de 10 anos não corresponde mais à realidade dos implantes atuais e de seus materiais.

Ainda assim, a escolha da prótese, do material e da técnica cirúrgica é altamente individualizada. Idade, qualidade óssea, nível de atividade física e condições clínicas que aumentam o risco de complicações são fatores determinantes na definição do implante mais adequado para cada paciente.
No preparo para uma cirurgia de quadril, costumo conduzir uma avaliação pré-operatória estruturada, com exames laboratoriais e de imagem, avaliação cardiológica e anestésica e a compensação de comorbidades como diabetes e hipertensão. Dou atenção especial a três pontos que impactam diretamente o resultado: a correção de anemia pré-operatória, o controle glicêmico e o rastreio de focos infecciosos (dentário, urinário e cutâneo), medida que reduz o risco de infecção periprotética. Sempre que possível, indico a pré-habilitação, isto é, fisioterapia pré-operatória voltada ao fortalecimento muscular e ao ganho de amplitude de movimento, além da cessação/diminuição do tabagismo e da otimização nutricional. Esses cuidados, alinhados aos protocolos de recuperação acelerada (ERAS), encurtam a internação e favorecem a reabilitação. A conduta final é sempre individualizada após a avaliação clínica.
A recuperação após uma artroplastia de quadril é progressiva, e a maior parte dos pacientes retoma a marcha com auxílio (andador ou muletas) já no primeiro dia após a cirurgia. Costumo orientar meus pacientes com base em fases: a internação dura, em média, de um a três dias; o uso de apoio para caminhar normalmente se estende por cerca de quatro a seis semanas; e o retorno a atividades leves e ao trabalho de escritório ocorre, em geral, entre quatro e seis semanas. A reabilitação funcional mais completa se consolida por volta de três meses, com ganhos que podem continuar ao longo do primeiro ano. Adoto protocolos de recuperação acelerada (ERAS) e acompanhamento fisioterapêutico desde o pós-operatório imediato, o que favorece um retorno mais seguro e previsível. Os prazos, no entanto, variam conforme a técnica empregada, a idade e as condições clínicas de cada paciente.

Atendimento de excelência

Atendimento ortopédico especializado, focado no diagnóstico preciso, prevenção e tratamento de dores, lesões e condições musculoesqueléticas.